7 de agosto de 2010

INFORMAÇÕES

It appears that volatility traders are positioning for a major move in the S&P 500 (NYSE: SPY) over the next six weeks. This is represented in the major and continued increased in the CBOE Volatility Index futures contango.

Ok—that’s a mouth-full; let’s break it down. The CBOE Volatility Index (CBOE: VIX), which tracks the daily average movement of the S&P 500, is currently at 22.22, whereas the front month (August) future is trading at $24.00 and the September future is trading at $27.45. The curve of those prices from the near term into September is up-sloping, and notably so; the up-sloping nature of the futures curve is known as contango.

Given such a sharp level of contango in the futures over the next six weeks ($5.23) versus the actual historical volatility of the S&P 500 of 18% (total contango of $9.45), one can assume that traders are “bracing” for something, something large.

Several VIX pit trades are also confirming the growing sentiment of a large move in the equity markets. Yesterday, the September $45 call was purchased 50,000 times for $0.50 and earlier today the September $40 call was purchased 5,000 times for $0.80. So, not only are these trades confirming already elevated VIX futures, but they are also betting that those levels could increase over the next six weeks.

That would be the equivalent of the S&P 500 trading slightly less than 1% per day to over 3% per day—a significant event.

While the VIX is commonly referred to as an inverse to the S&P 500, this does not mean that the market is poised to crash lower; this could mean that a strong rally ensues as well. (Though, to be perfectly clear, the above options trades are in fact betting on SPX downside.) There is also the possibility that traders are “dressed up with no place to go” and that their theses and worries will prove unfounded with the futures retracing lower, toward the spot price.

Be that as it may, large, institutional traders are bracing for something significant to happen in the equity markets.

Aspectos fundamentais




Esta semana mais uma vez o consumer metrics voltou a descer como tem sido hábito. E quebrou os -4. Ora como é uma leitura que se vai actualizando antes do PIb e como o consumo tem um grande peso do PIB é bem provável que no 3 ª trimestre o Pib volte a descer, a não ser que este indicador começasse a subir.
Este indicador é muito recente, mas podemos ver que existe uma relação quase perfeita em relação ao PIb e como é óbvio ao SP. Para já este indicador é um indicador avançado quer isto dizer que os seus movimentos acontecem sempre antes dos resultados do PIb e do SP.

Olhando somente para este indicador leva-me a dizer que o SP poderá descer, no entanto a verdade é que também este valor que estamos pode ter sido o valor minino atingido quando fez os 1010, mas estou mais inclinado para o primeiro cenário

6 de agosto de 2010

PARA JÁ.............

Como podem ver no gráfico do virus money, o SP está numa zona neutra, reagiu bem á fronteira

NASDAQ100


O RSI está a divergir no time short no nasdaq100, sinal bearish neste indicador

VIRUS MONEY- como estamos

Abaixo dos 1100 a zona fica bear

VIRUS MONEY 6-8-2010



Olá a todos para já deu o sinal de alerta no SP500, a cor amarela activou-se, relembro que esta cor deve ser lido como um aviso de perigo na mudança do swing. As outras estão bull, mas se verem a laranja está quase a virar.

No nasdaq100 já deu o sinal de alerta e a cor laranja fico bear, faltando somente a cor vermelha.

Se repararem abaixo do quadro está as posições das cores, com as respectivas entradas, lá por estar de momento um valor abaixo da entrada na significa que o trade esteja aberto, cada investidor deve ter um objectivo e estar sempre defendido com um stop para proteger os lucros, e em qualquer cor isso foi bem possivel

NASDAQ100


Tal como disse anteriormente neste indicador tem havido divergência num time curto, relembro que quando falo de um time curto estou a falar num gráfico de horas.

Para já devemos estar atentos, mas nunca podemos esquecer que os indicadores movem-se consoante o índice e não é o contrário, embora os mesmo funcione as vezes como resistências

Regra fundamental

Vocês nunca devem investir contra a tendência actual, tentar descobrir qual é o máximo pode ser desastroso, por isso devem cumprir esta regra bastante simples.

Outra regra muito importante é alargar o vosso time de investimento, ora quanto maior for menos vezes vão falhar

VIRUS MONEY- qualquer dia......

Para já o virus money tem dado muito bem os movimentos e tem dado dinheiro para quem tem seguido o mesmo. A cor vermelha ou a laranja tem sido boas entradas tanto para o lado longo como para o short.

Para já os dois estão bullish.

Confesso é que fico um pouco admirado de haver tão poucos comentários, bem, qualquer dia deixo de o publicar pois julgo que terá pouco interesse.

Relatório




Estou a ver as coisas a começar a consolidar nesta zona, é sempre um sinal negativo quando feito num máximo de um swing, muitas das vezes esta consolidação é sinónimo de correcção. Mas, nunca podemos esquecer uma coisa, a tendência curta é de subida e apesar de se notar que o índice está om dificuldade de quebrar esta zona e fazer um máximo novo, pelo menos maior que o anterior (1132), o que era desde sim um bom sinal bull mas não diria que ficávamos em bull market, pelo menos o meu sentimento. O meu valor está mais acima (1170-1180).

Há outro aspecto que não posso deixar de esquecer, que é a média 200, então mesmo que estejamos em cima dela, não vai além de 1% de diferença, mas é desde já um bom sinal, porque se tivermos em conta os últimos dois bear market, o índice só por uma vez em cada período é que esteve acima dessa média e nunca distanciou mais do que 2%. É lógico que isto não é uma regra, para já não podemos esquecer que este ultimo bull subiu 80% em pouco mais de 1 ano, o ultimo foram 100% mas levou 4 anos. Ora é aqui que está a fazer a diferença, enquanto no bear de 2000 e 2007 o máximo da inversão, ou seja , quando começou o bear market esta média distanciava em torno dos 5,80%, ora neste nosso período dista quase 9%, pois é aqui que devemos analisar e distanciar estes pequenos pormenores mas que faz muita diferença. Como sabemos pelo menos logo no inicio de uma inversão as desvalorizações rondam os 10%, ora depois temos que contar com a subida, e basta uma subida com peso para o índice ficar acima da média, mas isto são contas, de qualquer maneira estar acima da média de 200 é sempre um sinal bullish .

A média de 100 é que ainda não foi quebrada.

Quanto o que eu acho que poderá fazer. Bem, acho que podemos estar perante uma correcção, só que sinais de indicadores para já nada, e só tenho esse feeling, devido á subida que já leva (+-10%) e devido á zona de resistência que tem pela frente, se estivermos em Bull market, será quebrada e pode muito bem subir subir.

Para já ainda não tenho os estudos dos movimentos em Bear market concluidos, mas dos 14 movimentos analisados em 2007-2009, tivemos uma subida de quase 13%.

O vix merece atenção á figura que se está a formar, um triângulo descendente (bearish) e no SP uma wedge bearish, já me alertaram é que sua activação foi ultrapassada, mas não deixa de ter um peso nem que seja psicológico

Fica os gráficos, para já pouco acrescentar em termos de indicadores

Amanha ficaria negativo no curto prazo abaixo dos 1105-1100, mas carece de uma maior analise

5 de agosto de 2010

INFORMAÇÃO


De vez enquanto vou deixar uma tabela com algumas acções e os seus sinais de alerta.
Não se esqueçam que tudo isso não é uma analise minha e sim uma informação que me chega a mim

Vocês percebem o Virus money com esta apresentação

Gostava de saber se vocês preferem esta apresentação ou a outra com um quadro, se tiverem dúvidas é só fazer um comentário

PRECISO TER CUIDADO


O sp está a formar uma consolidação em torno do máximo do swing, muitas das vezes é o primeiro sinal que pode nas próximas sessões haver uma correcção, isto acontece quando a consolidação é acima do ultimo máximo do movimento

APRENDER A GANHAR NA BOLSA- CAPITULO 6



VIRUS MONEY 5-8-2010

4 de agosto de 2010

POUCO MAIS PARA SER DITO


Há pouco para acrescentar, hoje analisando alguns critérios, o swing está a dar mudança, tanto para o short como para o swing normal no mesmo valor. O valor está no gráfico

Os dois para já estão bullish

NOTICIAS-NEWS

A economia global, artificialmente impulsionada desde a recessão de 2008-2009 por um forte estímulo monetário e orçamental e por resgates financeiros, está a caminho de uma forte contracção este ano, à medida que o efeito destas medidas se dissipa. Pior ainda, os principais excessos que alimentaram esta crise - demasiada dívida e demasiada alavancagem no sector privado (agregados familiares, bancos e outras entidades financeiras, e inclusivamente grande parte do sector empresarial) - não foram solucionados.

A desalavancagem do sector privado ainda agora começou. Por outro lado, o sector público das economias avançadas está neste momento sujeito a uma forte realavancagem devido à acumulação de enormes défices orçamentais e de dívida pública, alimentados pelos estabilizadores automáticos, pelos estímulos orçamentais anti-cíclicos Keynesianos e pelos imensos custos de socialização das perdas do sistema financeiro.

Na melhor das hipóteses, estamos perante um prolongado período de crescimento anémico, abaixo daquilo que é a tendência geral nas economias avançadas, à medida que a desalavancagem por parte das famílias, das instituições financeiras e dos governos começa a repercutir-se no consumo e no investimento. A nível global, os países que gastam demasiado - os Estados Unidos, o Reino Unido, Espanha, Grécia e outros - precisam agora de se desendividar e estão por isso a gastar menos, a consumir menos e a importar menos.

No entanto, os países que pouparam em demasia - como é o caso da China, da Ásia emergente, Alemanha e Japão - não estão a gastar mais para compensar a diminuição dos gastos por parte dos países que estão em fase de desalavancagem. Assim, a retoma da procura agregada mundial será débil, fazendo com que haja uma desaceleração do crescimento mundial.

O abrandamento global - já evidente nos dados do segundo trimestre de 2010 - irá acelerar na segunda metade do ano. Os estímulos orçamentais irão desaparecer, à medida que os programas de austeridade forem sendo aplicados na maioria dos países. A fase de reconstituição dos inventários, que impulsionou o crescimento durante alguns trimestres, irá terminar.

Os efeitos das políticas tributárias que incentivavam, por exemplo, a compra de automóveis e de casas - penalizando a procura no futuro - irão diminuir conforme esses programas forem expirando. As condições do mercado laboral continuam débeis, com pouca criação de empregos e uma sensação generalizada de mau-estar a ganhar terreno entre os consumidores.

Mesmo que evitemos uma recessão em forma de W (o chamado "double dip"), o cenário mais provável que se coloca às economias avançadas é o de uma medíocre recuperação, em forma de U. Nos Estados Unidos, o crescimento anual estava já abaixo da tendência geral no primeiro semestre de 2010 (com 2,7% no primeiro trimestre e uma previsão de 2,2% entre Abril e Junho). E o crescimento da economia norte-americana deverá abrandar ainda mais, para 1,5%, na segunda metade deste ano e também em 2011.

Quer o desempenho económico dos Estados Unidos seja em forma de U ou de W, irá muito provavelmente assemelhar-se a uma recessão em termos de efeitos. Para isso contribuirá uma medíocre taxa de criação de empregos e um novo aumento do desemprego, elevados défices orçamentais cíclicos, uma nova queda nos preços das casas, maiores perdas por parte dos bancos relacionadas com os empréstimos hipotecários, com o crédito ao consumo e outros créditos, e o risco de que o Congresso adopte medidas proteccionistas contra a China.

No que diz respeito à Zona Euro, as perspectivas ainda são piores. O crescimento poderá ser quase nulo em finais deste ano, conforme as medidas de austeridade orçamental forem surtindo o seu efeito e os mercados accionistas começarem a cair. Os fortes aumentos nos "spreads" da liquidez soberana, empresarial e interbancária contribuirão para aumentar o custo do capital e intensificarão a aversão ao risco, a volatilidade e o risco soberano, o que minará ainda mais a confiança dos empresários, dos investidores e dos consumidores. A debilitação do euro será positiva para a balança externa da Europa, mas esses benefícios serão mais do que ofuscados pelos danos que isso provocará nas exportações e nas perspectivas de crescimento nos Estados Unidos, na China e na Ásia emergente.

Até mesmo a China está a dar sinais de um abrandamento da economia, devido às tentativas do governo para controlar o sobreaquecimento económico. A desaceleração nas economias avançadas, de par com um euro mais fraco, vão penalizar ainda mais o crescimento na China, fazendo com que a sua taxa de crescimento (superior a 11%) caia para cerca de 7% em finais deste ano. Isto é uma má notícia para o crescimento das exportações no resto da Ásia e para os países ricos em matérias-primas, que dependem cada vez mais das importações por parte da China.

Uma importante vítima será o Japão, onde o anémico crescimento do rendimento real está a penalizar a procura interna e onde as exportações para a China é que têm sustentado o pouco crescimento deste país. O Japão padece também de um baixo crescimento potencial, devido à ausência de reformas estruturais e a governos fracos e ineficazes (quatro primeiro-ministros em quatro anos), a um grande volume de dívida pública, a tendências demográficas desfavoráveis e a um iene forte que valoriza ainda mais em períodos de aversão global ao risco.

Um cenário em que o crescimento dos Estados Unidos cai para 1,5%, a Zona Euro e o Japão estagnam e o crescimento da China desacelera para níveis inferiores a 8% poderá não implicar uma contracção mundial mas, nos EUA, parecerá que sim. E qualquer outro choque adicional poderá agravar esta conjuntura instável, o que empurraria a economia mundial de novo para a recessão.

As potenciais fontes de um choque desse tipo são inúmeras. Os problemas associados ao risco soberano na Zona Euro poderão agravar-se, levando a uma nova ronda de correcção nos preços dos activos, à aversão ao risco a nível global, à volatilidade e ao contágio financeiro. Um ciclo vicioso de correcção dos preços dos activos e de crescimento mais fraco, de par com contratempos inesperados que não estão ainda a ser descontados pelos mercados, poderia provocar novas quedas nos preços dos activos e enfraquecer ainda mais o crescimento - uma dinâmica que conduziu a economia mundial à recessão.

A eventualidade de um ataque militar israelita contra o Irão nos próximos 12 meses também não é de excluir. Se isso acontecer, as cotações do petróleo poderão rapidamente disparar e, tal como sucedeu no Verão de 2008, despoletarem uma recessão a nível mundial.

Por último, os responsáveis políticos estão a ficar sem ferramentas. Injectar mais liquidez no mercado não fará grande diferença. A margem de manobra para um outro programa de estímulo orçamental é quase nula na maioria das economias avançadas, e a capacidade para resgatar instituições financeiras que são demasiado grandes para falir - mas também demasiado grandes para serem salvas - estará muito restringida.

Assim sendo, à medida que as ilusões dos optimistas cheios de esperança numa rápida retoma em forma de V se forem evaporando, o mundo avançado conseguirá entrar, na melhor das hipóteses, numa retoma em forma de U, o que, nalguns casos - como na Zona Euro e no Japão -, poderá durar tempo suficiente para se transformar numa retoma em forma de L, aproximando-se assim da depressão. Desta forma, será difícil evitar uma recessão em forma de W.

Num caso desses, a retoma nos mercados emergentes mais robustos - que são a grande esperança da economia global - será penalizada, porque do ponto de vista económico nenhum país é uma ilha. Com efeito, o crescimento de muitas economias com mercados emergentes - a começar pela China - está fortemente dependente de economias avançadas que estão a conter-se nos gastos.

Apertem os cintos que a viagem vai ser acidentada.


Nouriel Roubini é professor de Economia na Stern School of Business, Universidade de Nova Iorque, é "chairman" da consultora global de macroeconomia Roubini Global Economics (www.roubini.com) e é co-autor do livro intitulado Crisis Economics: A Crash Course in the Future of Finance

Fonte: jornal negócios

VIRUS MONEY- 4-8-2010

3 de agosto de 2010

Comentário



Começo a ver algumas divergência em gráficos time short, tanto no SP como no Nasdaq. No time 2h conseguimos ver a divergência do MADH, sabemos também, que apesar de poder haver essa divergência nada nos diz que não possa subir ou que tenha corrigir nas próximas sessões, devemos fazer com base de outros indicadores. No entanto começa-se não só este indicador como outros a dar algum sinal que pode mesmo estarmos perante de uma correcção. Esta wedge bearish não deixa de ser curioso, ora aponta a sua quebra para baixo, o que para já faz-me acreditar nos indicadores.
Gráfico diário o MFI 10 temos outra divergência como mostra o gráfico, mais um sinal bearish. Eu amanha ficaria negativo e era bem provável que tivéssemos um novo swing down com a quebra dos 1095, este valor é para amanha, no outro dia será outro, e se vermos as mudanças de swing de curto prazo dadas pelo PSAR, este pouco falha, diria que tem uma taxa superior a 75%, pelo menos nas amostras estudadas, o que poderá fazer é lateralizações, são esses períodos em que poucos indicadores conseguem acertar, e ai, toca a ver suportes e resistências para ver se existe probabilidade de outros movimentos que não sejam os laterais.

Outro aspecto importante que oiço pouco falar é da média 100,ainda não foi quebrada desde dos máximos, e tem funcionado como resistência por 3 vezes.

Sendo assim, estou mais inclinado para uma queda do que para a continuação da subida, mas, há um mas, nestas condições estou contra para o swing bull que vem desde dos mínimos.

10 years- novo máximo


As 10years continua no seu caminho e hoje um novo máximo, será que vamos ter o movimento de queda nas acções, eu vou ficar mais bear na quebra da wedge em confirmação

DAYTRADE 3-8-2010

A descida deve estar a caminho


Olhando para o gráfico do nasdaq10 num time short, vejo divergência no RSI, ora é sempre um mau sinal, reunindo algumas condições acho que temos margem para descer nos próximos dias

Comparações



Vou deixar uma tabela dos 10 primeiros movimentos do bear 2007, quando se deu a inversão.
Deixo um gráfico com o actual, onde assinalei as valorizações maiores e a desvalorização mais elevada

NASDAQ100


O Nasdaq100 encontra-se junto á resistência dos 1900, e para já não foi quebrada.

VIRUS MONEY



Já ontem disse que o virus money ficou positivo, mas também disse que a distancia de entrada em relação ao ultimo máximo é perto, o que poderá indicar um swing pequeno, como tal as entradas longas deverão ser aproveitadas com pouco lucro percentual

2 de agosto de 2010

comentário




Não vale a pena estar a dizer isto e aquilo, por muito que ando á procura indicadores que possa dizer que ficamos por aqui, não encontre a não ser:

Estamos 50% do Fib do movimento principal (mas nada importa, se for para subir........)

O Momentum tem vindo a descer em termos de máximos, mas é o unico indicador que estou a ver com esta configuração.

O ECRI, esse sim, está a descer, e se assim fosse era a primeira vez que via um movimento contraditório em relação ao SP500, mas como existe uma antecipação em torno de alguns meses, tambem posso estar a ver as coisas erradas, mas este indicador na sexta fez mínimo do ano.

Formação de uma wedge de característica bearish.

A tendencia principal ao meu ver ficou bear quando quebrou o mínimo 1140, mas tambem nada diz que o bull market tenha sido quebrado, pois só estou a dizer com base deste critério

Dax aproximar do seu máximo


De resto tudo bull, hoje um fecho acima da média 200 e acima do máximo do swing corrente

sp500- momentum



Apesar deste indicar estar numa zona bull, algo estou a ver nele, se vermos o momentum não anda a fazer máximo e o índice anda, um que pode ser desde já uma divergência bearish

como estamos


Tal como disse na sexta feira, no gráfico diário somente um indicador tinha dado o sinal negativo, o PSAR, todos os outros permanecem positivos. Em gráficos de time curto os mesmos estavam negativos mas depressa ficaram positivos após o fecho de sexta e a sessão de hoje, como os gráficos são de curto time tendem alterar mais depressa os seus sinais. Ora com um fecho em quase máximos na sexta, apesar de ter tido uma subida modesta a força bull consegui estar presente no mercado, hoje a sessão dispensa de comentários, máximo do swing, agora estamos perante algumas resistências importantes: Banda superior da wedge (projecção 1133), média móvel dos 100, e ultimo máximo nos 1131. Estamos a menos de 1o pontos destes valores, o que desde de si deverá fazer sentir alguma dificuldade em que o índice a partir de agora avança rumo a norte.
Uma coisa é certa, se houver força bull para tal tudo isto será quebrado, mas ainda estou algo duvidoso quanto o que vai fazer a partir de então, por isso estou de olho bem aberto nestes valores atrás referidos.

Para já os indicadores, o MACD não apresenta nenhum sinal bear no gráfico diário e acompanha a ultima tendência um pouco mais atrás.

Agora que fez novo máximo do swing curto prazo, pode muito bem aliviar um pouco e depois seguir aqueles valores, mas isto sou eu a dizer, não quer dizer que venha a fazer, são duas coisas diferentes. LOl

Os suportes e resistencias mais importantes no nasdaq

Será?


Se tiver um comportamento semelhante neste ultimo movimento de curto prazo desde dos minimos, apontaria o target na sua banda superior no valor entre (1130-1136)

VIRUS MONEY



Tanto no SP como no Nasdaq a cor laranja inverteu e agora está bull, restando a cor vermelha para ficar igual.

As amostras que tenho estuda mostra que existe uma forte probabilidade de ser um falso sinal quando o sinal de entrada do novo swing é acima das ultimas cotações, o que é caso, existindo quase uma probabilidade de 50% de falsos sinais num total de 20 amostras em periodo bull market, vamos ver se em caso de ficar bull como será o swing

SP500- WEDGE BEARISH


Para já a a banda inferior da wedge serviu de suporte, agora temos esta Ltd manhosa, eu sei, mas será importante quebrar em confirmação e talvez possamos ir novamente á sua banda superior.

1 de agosto de 2010

NASDAQ100- NÃO ESTÁ AINDA EM BEAR


Fazendo uma analise pela quebra de mínimos importantes para considerar uma mudança de ciclo, diria que o Nasdaq não deu sinal bear market e porquê?
Considerando o minimo antes do ultimo máximo (1715), este ainda não foi quebrado com confirmação, quer isto dizer deveria ter feito um valor inferior em torno de 2% seguido de algumas sessões negativas, ora o que aconteceu de facto é que tivemos um spike nos 1700, mas o nasdaq nunca fechou em fecho abaixo do mínimo 1715, e mesmo não considerando o fecho a diferença percentual não chega a 1%, o que para este índice prevalece ainda o Bull Market.

Temos uma resistência em torno dos 1900

ALGUNS ASPECTOS



Desde do ultimo máximo já tivemos 3 LTD, contando com a ultima. Apesar dos poucos toques considero á mesma. Curioso que cada vez que rompe uma tem uma valorização máxima na ordem dos +-3,80%. Agora estamos perante a 3 ltd, caso se vier a quebrar e considerando a mesma valorização apontaria para a zona entre os 61 e 76 de retrace do movimento principal (1220-1110). Estes valores de retrace já antes aconteceu na ultima inversão de bull para bear como mostra o gráfico.
Outro facto importante é o retrace 76 fib de cada movimento, tem servido como resistência.

Para já encontro uma resistência na zona dos 1130-1140.

Ao meu ver o índice encontra-se numa fase de tendência bear, e só ficaria de novo Bull acima 1180, o que daria acima dos 76 retrace do Fib e também acima de um dos máximos de um movimento.

Desde do ultimo máximo de 1220 o índice não foi alem dos +-67% de retrace, acontecendo o seu valor máximo após aquele dia de enorme queda diária. Uma outra subida importante coincidiu com os 50%, não deixa de ser curioso mas o ultimo máximo alcançado nas sessões anteriores coincidiu com esse mesmo retrace.

Há vários aspectos que me deixam algo negativo no médio prazo, após a quebra de um suporte principal dado pelo valor 1044, desde dai o meu sentimento no índice tem sido mais bear, e não foi só a quebra, o aumento da volatilidade e alguns indicadores tais como CMI que tende antecipar os movimentos do SP, os mesmo encontram-se em mínimos do ano e não tendo para já dado algum sinal de como essa queda pode estar no seu fim.

A minha grande dúvida e se calhar de muitos, é saber se podemos estar num momento de boa oportunidade de compra ou estamos mesmo em bear market no seu inicio, para ficar com poucas dúvidas acho que o indice se quebrasse os 1140 era um sinal mau, agora nestes valores ele até pode voltar á sua tendência anterior, mas da mesma forma que só ficaria com poucas duvidas sobre esta afirmação se quebrasse os 1180, sendo assim, como estamos dentro deste intervalo o meu sentimento é Bear/neutro, estou bear mas não tanto.

Em relação ao comportamento do indice, nunca no periodo bull (2003-2007 e 2009-2010) o indice tinha tido uma correcção dessa grandeza (+-17,30%) e pior, a diferença entre máximos tem rondado os 3,5%, algo mau para um bull market. Este ultimo máximo, esse sim, já perto do anterior, deixa alguma esperança em como podemos ainda voltar a tendência principal, mas para já mesmo que seja quebrado terá pela frente a tal zona de retrace importante, e também mesmo que viesse a quebrar não nenhuma novidade em períodos de bear market.

Os mercados até pode surpreender nos próximos dias, mas uma coisa vai ficar de alerta os retrace do Fib dos valores colocados aqui anteriormente.

No gráfico diário, os indicadores ainda não deram sinal de queda a não ser no cfd o PSAR, de resto continuam positivos desde dos mínimos, pelo menos aqueles que sigo.

cumprimentos, bull

Comparações da ultima inversão



Vou deixar uma comparação entre a ultima inversão da tendência principal.
Já em 2007 havia uma Ltd quebrada com sucesso, mas o índice sentiu dificuldades em fazer os 50% retrace desse movimento, vindo a quebrar entre os 50 e os 61 do Fib. Resta ver se a história se vai repetir ou não

NASDAQ100


o nasdaq para já esta num canal descendente. Coloquei no gráfico as resistências mais importantes e as zonas do canal onde tem reagido. Dentro do canal, no seu +- meia zona coloquei uma linha vermelha que também tem dado reacções importantes

daytrade- 2-8-2010